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Condução da Política Monetária com Credibilidade
FERNANDO NOGUEIRA DA COSTA | MUNDO


Segundo o modelo novo-clássico, adotado pelo ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2011, Thomas Sargent, a política monetária só pode ter efeito real se tomar os agentes de surpresa. A política monetária discricionária de ativismo de demanda tem sucesso contra o desemprego somente no curto prazo. Qualquer política monetária, caso seja estável, não interfere nas condições de equilíbrio com taxa natural de desemprego, isto é, em longo prazo. Na trilha da doutrina monetarista, segundo a qual a inflação persistente é um fenômeno monetário, buscavam-se razões críticas contra os acréscimos persistentes no estoque monetário de acordo com a política keynesiana de “dinheiro farto e barato”. Isso levou Sargent à investigação sobre as motivações e restrições dos Bancos Centrais, que conduzem a política monetária. Ler mais.

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O país funciona à imagem das nossas acções
FERNANDO AIDOS | PORTUGAL


Todos nós sabemos que as coisas não andam bem.  E isso preocupa-me tanto quanto preocupa qualquer português que tenha vivido neste planeta durante os tempos mais recentes.  Assim como me preocupa a busca de soluções ou de uma solução, uma solução mágica até daria jeito, para todo este emaranhado de problemas que nos rodeiam e nos afectam severamente. Claro que as coisas é que não andam bem!  Nós somos apenas vítimas das coisas e do modo como elas não andam bem.  Não é assim?  Ou será que as coisas não andam bem porque lhes faltou alguma substância de que necessitam para andarem bem? Ler mais.

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BRICS OU BRISA, & Outros (Mesmos) Assuntos
WAGNER WOELKE | BRASIL


Semana que vem nossa presidente Dilma Roussef se ausentará da nação para comparecer à reunião dos presidentes do chamado BRICS, a se realizar na Índia. Na pauta, encontrar fórmulas para que o grupo, criado após a menção de um economista inglês a um certo conjunto de países de economias emergentes que deveriam ser observados, no início da década de 2.000, deixe de ser uma mera sigla, mas passe a ter uma agenda efetiva de bloco econômico: aumento da colaboração econômica entre os cinco países, reivindicações quanto ao poder de influencia nos destinos do planeta via ONU, criação de um banco de desenvolvimento do “bloco”, políticas de aproximação em geral. Ler mais.

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A Metáfora do Estripador Europeu
MIGUEL AMARAL | MUNDO


O grande segredo da indústria é criar o seu próprio mercado, os detentores deste segredo, a Alemanha S.A., a França S.A. e outros afins, criaram um ambiente propicio para as empresas de mais pequena dimensão, tal como, a Grécia S.A. e outros semelhantes (PIIGS), se pudessem endividar e comprar os seus produtos. O mundo está repleto de segredos, a Grécia S.A. e os outros (PIIGS) também tinham os seus, manipulavam a contabilidade e eram geridos por incompetentes. Esta assimetria nos segredos, induziu alguns a emprestar demais e outros a endividar-se em excesso, sem ter em conta o risco, um risco mútuo, uns não receberem de volta o que haviam emprestado e os outros não terem capacidade para devolver. O risco era mútuo mas a responsabilidade parecia ou parece não ser. Ler mais

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Descrença
SANDRA FLOSI | MOÇAMBIQUE


Certa vez eu cheguei em uma comunidade muito carente no interior do nordeste do Brasil, em um carro alugado, com uma câmera fotográfica na mão. Os meninos da cidade me rodearam, perguntando se eu ia fazer foto para jornal. Aquilo me intrigou e eu quis entender melhor. Eles me explicaram que toda hora ia fotógrafo lá fazer foto para jornal. Alguns até já tinham se visto em jornais. A inocência daquelas crianças não deixava que elas percebessem que não eram elas as fotografadas, mas sua pobreza. Eu me lembrei de que, em minhas pesquisas antes de me dirigir para o local, tinha visto várias matérias sobre a seca, a falta de renda, as dificuldades todas daquela cidade pobre. Em todas as matérias, fotos. Ler mais.

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É o novo-desenvolvimentismo?
JOSÉ LUIS OREIRO | BRASIL


O novo-desenvolvimentismo é definido como um conjunto de propostas de reformas institucionais e de políticas econômicas por meio das quais as nações de desenvolvimento médio buscam alcançar o nível de renda per-capita dos países desenvolvidos. Essa estratégia de “alcançamento” baseia-se explicitamente na adoção de um regime de crescimento do tipo export-led, no qual a promoção de exportações de produtos manufaturados induz a aceleração do ritmo de acumulação de capital e de introdução de progresso tecnológico na economia. Ler mais.

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Guerra pelo petróleo
WLADMIR COELHO | BRASIL


A militarização do Atlântico Sul, efetivada pela 4ª Frota dos Estados Unidos, recebe um reforço da Armada Inglesa. Tudo para garantir o controle do petróleo da América do Sul. A dupla Estados Unidos e Inglaterra movimentam suas tropas para garantir o controle colonial das áreas produtoras ou detentoras de grandes reservas petrolíferas ainda não exploradas em sua plenitude. O caso iraniano, em função da importância deste país para o fornecimento mundial de petróleo, recebe grande atenção da mídia e apesar dos esforços do oligopólio da informação em reduzir a ameaça de invasão do Irã ao fato combate as armas de destruição em massa não existe aquele ser humano, possuidor de inteligência mediana, que não associe ao petróleo os verdadeiros motivos do conflito. Ler mais.

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